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SEGURANÇA EM COLAPSO: O QUE SERÁ DE NÓS SEM A POLÍCIA MILITAR DE SANTA CATARINA?

  • Foto do escritor: Fernando Almeida
    Fernando Almeida
  • 8 de jan.
  • 7 min de leitura

DESVALORIZAR QUEM NOS PROTEGE É ABRIR AS PORTAS PARA O CAOS.



A segurança pública de Santa Catarina está em risco, e a sociedade precisa entender a segurança que está no jogo. A Polícia Militar de Santa Catarina, considerada uma das melhores do Brasil, está sendo ignorada por quem deveria valorizá-la. Sem reajustes salariais há 8 anos, os policiais enfrentam escalas exaustivas, limitadas, problemas psicológicos e dificuldades financeiras. Essa negligência do governo gera um impacto direto no atendimento das ocorrências, comprometendo a qualidade da segurança de que todos nós dependemos.


O QUE A SOCIEDADE NÃO SABE:


O descaso do governo com os policiais militares de Santa Catarina está gerando uma verdadeira epidemia silenciosa dentro da corporação. O número de profissionais que enfrentam problemas de saúde, especialmente psiquiátricos, é alarmante. Hoje, o setor de psiquiatria do Hospital Comandante Lara Ribas, em Florianópolis, está sobrecarregado, com atendimentos que crescem a cada dia. Policiais que antes garantiam a segurança nas ruas agora lutam para manter sua própria sanidade mental, sufocados pela pressão, falta de reconhecimento e condições precárias de trabalho.


Os números são claros: transtornos como depressão, ansiedade, síndrome do pânico e estresse pós-traumático têm tornado cada vez mais frequentes. Escalas agitadas, jornadas exaustivas, falta de eficácia e o desprezo por parte do governo diretamente para o adoecimento mental da corporação. Isso significa ausência de intervenção inflacionária, que agrava as dificuldades financeiras dos policiais e de seus familiares, criando um cenário insustentável.


No Hospital Comandante Lara Ribas em Florianópolis capital do estado, o aumento na demanda por atendimentos psiquiátricos reflete o impacto dessa crise. Profissionais que deveriam estar nas ruas estão afastados, buscando tratamento para transtornos graves que, muitas vezes, poderiam ser evitados com políticas públicas adequadas e valorização profissional. Suicídios, infelizmente, também não são raros, e cada vida perdida é um alerta ignorado por aqueles que têm o poder de mudar essa realidade.


Quando policiais adoecem, quem sofre é toda a sociedade. A redução não efetiva disponível compromete o policiamento ostensivo e aumenta a vulnerabilidade da população frente à criminalidade. Essa negligência não é apenas um ataque aos homens e mulheres que servem à corporação; é um atentado à segurança de todos os catarinenses.

O governo precisa entender que esses policiais são humanos, não máquinas. A saúde mental de quem protege o Estado deve ser prioridade, e ignorar isso é um ato de crueldade. Se nada for feito, o colapso acontecerá, e a resposta virá de todas as formas possíveis, inclusive nas urnas. A sociedade também precisa se posicionar e exigir que o governo valorize aqueles que arriscaram suas vidas todos os dias, antes que seja tarde demais.


GOVERNADOR:



Senhor governador Jorginho Melo, é fácil se orgulhar da "melhor polícia do Brasil" em discursos, mas é difícil honrar as promessas feitas. Durante a sua campanha, 98% dos policiais, bombeiros e suas famílias confiaram no senhor, acreditando em suas palavras. Agora, após dois anos de gestão, a realidade é outra: nenhuma regulamentação inflacionária, nenhuma melhoria nas condições de trabalho e uma corporação à beira do colapso.


O desprezo do governo anterior e agora do seu reflete na segurança da sociedade. Quando a motivação de quem protege falha, quem paga o preço é a população. Chegou a hora de uma sociedade iniciada por mudanças. Os direitos retirados dos policiais precisam ser devolvidos. A correção inflacionária e a definição de um banco de dados para reajustes são passos básicos para evitar que essa situação se agrave ainda mais. Não podemos permitir que você negligencie suas vidas.


ALÉM DOS POLICIAIS QUEM MAIS SOFRE COM ISSO ?


Quando a polícia militar é desvalorizada, as consequências recairão diretamente sobre a sociedade. Sem reajustes salariais, sem condições dignas de trabalho e com o aumento do desânimo entre os policiais, o impacto é claro: o crime encontra brechas, a violência aumenta e o caos se instala. Santa Catarina, reconhecida por sua segurança, pode facilmente perder esse status, mudando ruas tranquilas em cenários de medo.


Ou esqueceram do ataque que ocorreu em Criciúma no dia 30/11/20 onde levaram quase 125 milhões de reais e aterrorizaram a cidade onde os mercenários trancaram a frente do batalhão com 30 bandidos do ''Novo cangaço'' que deixou a sociedade em pânico e um policial ferido, paralisado e hoje completamente junto de sua família abandonado por todos ?




Imagine um cenário em que assaltos, homicídios e furtos aumentam significativamente porque o policiamento ostensivo está fragilizado. Com efeito limitado, menos patrulhas nas ruas e uma corporação desmotivada, as respostas a ocorrências ficam lentas ou até inexistentes. Os criminosos percebem essa fragilidade, e o resultado é um ciclo crescente de violência e insegurança.


OS EXEMPLOS SÃO CLAROS:

  • Aumento de assaltos a comércios e residências : sem policiais suficientes para patrulhar bairros, os bandidos atuam com mais liberdade.

  • Mais crimes contra a vida : homicídios e confrontos armados se tornam mais comuns, com menos policiais para intervir rapidamente.

  • Expansão do tráfico de drogas : sem um combate ostensivo, traficantes dominam áreas, aliciam jovens e ampliam suas operações.

  • Roubos em áreas rurais e pequenas cidades : locais que dependem da presença da polícia militar ficam vulneráveis, com agricultores e moradores isolados sendo alvo fácil.


A sociedade não pode ser indiferente. Sem a “melhor polícia ostensiva do Brasil” em sua plena capacidade, o que restará ao povo? Linchamentos? Justiça pelas próprias mãos? Um Estado que não investe em seus policiais força a população a viver em constante insegurança.

Nos estados onde as forças policiais entraram em greve ou ficaram desmotivadas, os resultados foram devastadores. No Espírito Santo, em 2017, a paralisação da polícia militar gerou mais de 200 mortes em apenas uma semana, saques generalizados e caos absoluto. Sem o suporte de uma polícia atuante, o cidadão comum fica desamparado, à mercê da criminalidade.


Portanto, o desprezo pelo bem-estar dos policiais militares de Santa Catarina é uma ameaça direta à segurança de todos. Quem hoje ignora a luta pelas melhores condições de trabalho será, amanhã, a principal vítima de uma sociedade sem proteção. É hora de agir, pressionar o governo e exigir respeito por aqueles que arriscam suas vidas diariamente para proteger a nossa.


A RESPOSTA AOS POLÍTICOS:


Quem planta colhe.


Os políticos que ignoram as necessidades e os direitos da classe policial estão cavando sua própria ruína. O governador Jorginho Melo, que se elegeu com promessas de valorização aos policiais militares, hoje parece repetir os erros de seu antecessor, Moisés, que foi o responsável por iniciar essa tragédia. Mas o desprezo não passará desesperado, e a resposta virá, como sempre, nas urnas.


As pensionistas, viúvas de homens que deram suas vidas pelo Estado, enfrentam dificuldades financeiras crescentes. Os policiais veteranos, que dedicaram décadas de suas vidas para garantir a segurança da população, agora vivem à margem, abandonados pelo governo que deveriam confiar. Esses são os pilares da segurança de Santa Catarina, tratados com descaso e indiferença, enquanto enfrentam crises psicológicas e financeiras.


O eleitorado policial é numeroso, e suas famílias ainda maiores. Eles têm memória longa e não esquecem a falta de respeito e a maldade demonstrada por este governo. A classe policial, que já foi decisiva em derrotas políticas de outros líderes, agora se prepara para demonstrar sua força mais uma vez. A desvalorização não será perdoada.


A continuidade desse cenário de abandono custará caro não apenas para o governador atual, mas também para aqueles que vierem a apoiá-lo. Moisés já sentiu o peso do desprezo da classe policial, e Jorginho Melo caminha pelo mesmo caminho. Uma administração que vira as costas para quem arrisca a própria vida pelo Estado não terá sustentação.


A política é feita de compromissos, e promessas quebradas têm consequências. A classe policial e seus familiares farão questão de lembrar, voto a voto, quem os traiu. O resultado será nas urnas, onde aqueles que desprezaram os veteranos, pensionistas e policiais ativos enfrentarão o verdadeiro julgamento do povo que um dia acreditou neles.


ENFIM:


O descaso do governo com os policiais militares de Santa Catarina está gerando uma verdadeira epidemia silenciosa dentro da corporação. O número de profissionais que enfrentam problemas de saúde, especialmente psiquiátricos, é alarmante. Hoje, o setor de psiquiatria do Hospital Comandante Lara Ribas, em Florianópolis, está sobrecarregado, com atendimentos que crescem a cada dia. Policiais que antes garantiam a segurança nas ruas agora lutam para manter sua própria sanidade mental, sufocados pela pressão, falta de reconhecimento e condições precárias de trabalho.



Os números são claros: transtornos como depressão, ansiedade, síndrome do pânico e estresse pós-traumático têm se tornado cada vez mais frequentes. Escalas apertadas, jornadas exaustivas, falta de efetivo e o desprezo por parte do governo contribuem diretamente para o adoecimento mental da corporação. Soma-se a isso a ausência de reposição inflacionária, que agrava as dificuldades financeiras dos policiais e seus familiares, criando um cenário insustentável.


No Hospital Comandante Lara Ribas, o aumento na demanda por atendimentos psiquiátricos reflete o impacto dessa crise. Profissionais que deveriam estar nas ruas estão afastados, buscando tratamento para transtornos graves que, muitas vezes, poderiam ser evitados com políticas públicas adequadas e valorização profissional. Suicídios, infelizmente, também não são raros, e cada vida perdida é um alerta ignorado por aqueles que têm o poder de mudar essa realidade.


Quando policiais adoecem, quem sofre é toda a sociedade. A redução no efetivo disponível compromete o policiamento ostensivo e aumenta a vulnerabilidade da população frente à criminalidade. Essa negligência não é apenas um ataque aos homens e mulheres que servem à corporação; é um atentado à segurança de todos os catarinenses.


O governo precisa entender que esses policiais são humanos, não máquinas. A saúde mental de quem protege o Estado deve ser prioridade, e ignorar isso é um ato de crueldade. Se nada for feito, o colapso será inevitável, e a resposta virá de todas as formas possíveis, inclusive nas urnas. A sociedade também precisa se posicionar e exigir que o governo valorize aqueles que arriscam suas vidas todos os dias, antes que seja tarde demais.


PEDIDO DE AJUDA:



Por isso, pedimos o apoio de toda a sociedade catarinense. Vocês que estão familiarizados com a Polícia Militar para garantir a segurança de suas famílias podem fazer a diferença. Levantem suas vozes, pressionem as autoridades, cobrem mudanças e justiça para aqueles que dedicam suas vidas para proteger nosso Estado. A luta pelas melhores condições de trabalho e pela valorização dos nossos policiais é, acima de tudo, uma luta pela manutenção da segurança de todos.


Aos empresários, líderes comunitários, associações e cidadãos, pedimos que alguns esforços nessa causa. Não podemos deixar que o caso destrua a estrutura da nossa segurança pública. A união da sociedade é essencial para que possamos exigir respeito e dignidade aos policiais militares de Santa Catarina, especialmente para os aposentados, pensionistas e militares da ativa, que carregam o peso desse abandono.


Em nome de todos os policiais militares que já lutaram e continuam lutando por um Estado mais seguro, agradecemos o apoio de quem está disposto a ajudar. Juntos, podemos fazer com que nossas vozes sejam ouvidas e garantir que a justiça prevaleça. Santa Catarina merece uma polícia valorizada, forte e saudável.


Nós acreditamos que a sociedade e nem os políticos querem pagar para ver se a nossa instituição de segurança pública falir de vez.

Então juntem-se a esta causa e ajudem a nossa força de segurança mais presente e ativa na vida dos Catarinenses, a briosa Polícia Militar de Santa Catarina.


Passem esta mensagem a frente e ajudem os nossos Policiais Militares.

Obrigado!



Fernando Almeida


Blog de Informações Policiais do Brasil


 
 
 

1 Comment


Fernando Almeida
Fernando Almeida
Jan 08

Ouvi um comentário que ele sempre vence suas eleições. Quero ver de agora para adiante. Se bem que o povo merece o político que tem, porque votam com a barriga roncando, se trocam por nada e depois ficam reclamando pelos seus próprios erros. HIPÓCRITAS !!

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