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FEMINICÍDIO: A VERDADE QUE NINGUÉM QUER ENCARAR.

  • 24 de abr.
  • 3 min de leitura

AS MULHERES ESTÃO CAINDO UMA APÓS A OUTRA, SEGUNDO A CADA SEGUNDO, DIA APÓS DIAS E ALGUÉM FAZ ALGUMA COISA? NÃO !!!


Vou falar de novo, de forma bem direta: não adianta fazer movimento, abaixo-assinado ou reunião sem foco. Do jeito que está sendo feito, não resolve. As leis que temos são fortes, muitas vezes até mais completas do que as de outros países, inclusive dos Estados Unidos. O problema não é falta de lei, é falta de cumprimento. E essa responsabilidade começa em nós, como povo, e também passa pelos políticos.



Se a intenção é mudar alguma coisa de verdade, então o caminho não é ficar batendo na mesma tecla. Por que não organizar reuniões com vereadores e deputados estaduais para criar um documento sério e levar isso até senadores e deputados federais? São eles que têm poder para cobrar, fiscalizar e fazer as coisas saírem do papel. Do jeito que está, só se repete um ciclo que não leva a lugar nenhum.


A realidade é dura: casos como esse vão continuar acontecendo. Depois da criação de leis importantes, como a Maria da Penha, o que se esperava era uma redução nos crimes, mas os números mostram outra coisa. Não adianta ignorar isso. Não é questão de opinião, é só olhar os dados. Então insistir no mesmo modelo que não tem dado resultado não faz sentido.



Reuniões em câmaras municipais, discursos e promessas não mudam a raiz do problema. O que precisa é fazer as leis funcionarem de verdade. Não é criar mais regras, é fazer cumprir as que já existem. E quem tem força para isso está no nível federal. É lá que precisa chegar a pressão certa.


Também existe algo que muita gente prefere não falar: há interesses por trás da desorganização. O crime gera dinheiro, e esse dinheiro gira em muitos lugares. Isso envolve políticos, parte de autoridades e outros setores. Não são todos, é importante deixar claro, mas existem. E enquanto isso não for enfrentado, nada muda de verdade.


A polícia trabalha sem parar, mas parece que está sempre no mesmo lugar, tipo como numa esteira ergométrica como se estivesse correndo em nela direto e não sair do lugar. Os processos se acumulam nos tribunais, tudo demora, e o sistema segue lento. Há esforço, mas o resultado não acompanha. Enquanto isso, quem está no topo continua se beneficiando.

A população paga impostos sem parar e não vê retorno. Vive com a sensação de que nada melhora. E quando chega época de eleição, aparecem os mesmos discursos, as mesmas promessas, tentando conquistar votos com soluções superficiais. Isso já virou rotina.


O sistema está quebrado há muito tempo, e muita gente ainda não percebe ou finge que não vê. Existem pessoas honestas, sim, mas são poucas diante de tudo isso. E no meio dessa realidade, cresce o sentimento de injustiça.

No final, quem sofre são as famílias, principalmente as mulheres, que continuam sendo vítimas de um sistema que não protege como deveria. E todos seguem esperando por algo que parece cada vez mais distante: justiça.



Para encerrar, a sensação é clara: estamos vivendo uma realidade difícil, quase insustentável. E quem vai pagar o preço disso no futuro são os que vêm depois, nossos descendentes. A situação tende a piorar se nada mudar de verdade.

E a vida segue… pagando, sofrendo e tentando aguentar tanta coisa errada.


Enquanto isso nossas mulheres vão sendo mortas com o consentimento do estado e da justiça.


FERNANDO ALMEIDA

REDAÇÃO BLOG DE INFORMAÇÕES POLICIAIS DO BRASIL

 
 
 

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