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VEREADOR E DELEGADO: ENTRE A FUNÇÃO DE PROTEGER E A PRÁTICA DE AMENDRONTAR - ATITUDES INACEITÁVEIS NO PLENÁRIO MUNICIPAL.

  • Foto do escritor: Fernando Almeida
    Fernando Almeida
  • 19 de mar.
  • 4 min de leitura

A atuação de um vereador deve ser pautada pelo respeito, pelo compromisso com o bem estar da população e pela busca de melhorias para a cidade. No entanto, o que temos presenciado de forma recorrente no município da cidade de Araranguá em Santa Catarina é justamente o oposto. Um parlamentar que, ao invés de utilizar sua posição pública para dialogar e construir políticas em favor dos cidadãos, prefere uma postura agressiva, autoritária e desrespeitosa contra aqueles que ousam questioná-lo. E o mais grave: ele não é apenas um vereador, mas um delegado de polícia, alguém que deveria ter como princípio fundamental a proteção da sociedade, e não o ataque a quem pensa diferente.


ASSISTA AQUI APÓS OS 53 MINUTOS O VÍDEO EM QUE O VEREADOR SE MANIFESTOU EM PLENÁRIO.


Na última sessão da Câmara Municipal, a conduta desse vereador ultrapassou todos os limites do aceitável. Ele falou palavras pronunciadas aos protetores da causa animal, tratando-os com desprezo e desrespeito, como se fossem insignificantes. Essas pessoas, que dedicam suas vidas à proteção dos animais, enfrentaram dificuldades diárias, foram humilhadas por alguém que deveria estar ao lado delas na luta por políticas públicas eficientes. Em vez de considerar o trabalho incansável desses protetores, o vereador prefere ridicularizá-los em plenário, utilizando o espaço que deveria servir para debates construtivos como palco para ataques pessoais.


E essa não foi a primeira vez. A cada nova sessão, esse vereador parece estar mais interessado em criar confusão do que em trabalhar em prol da cidade. Ele se comporta como se a Câmara Municipal fosse uma de suas delegacias, onde acredita ter autoridades para mandar e desmandar sem contestação. Suas declarações arrogantes e suas atitudes intempestivas demonstram que ele não aceita ser confrontado, que não tolera a discordância e que vê qualquer forma de oposição como uma afronta pessoal.


Em um discurso inflamado, o vereador chegou a dizer que está "levando porrada" e que está "cansado de estar ali". Você está tão insatisfeito com a cargo que ocupa, por que não renuncia? A resposta é clara: ele não está ali pelo povo, mas por interesse próprio. Poder, status e influência parecem ser suas verdadeiras motivações. Ele quer ser visto, parece querer uma placa para seus ataques e, ao que tudo indica, pretende usar seu mandato como ferramenta de imposição, e não como um meio para servir à comunidade.


Diante desse cenário, a população precisa se manifestar e exigir providências. É inadmissível que um vereador com essa postura continue ocupando sua carga sem sofrer consequências. O povo pede ao presidente da Câmara, Paulinho, que corrija o erro de violação em relação ao projeto de alimentação e que coloque esse vereador agressor em seu devido lugar. No mínimo, ele deveria se retratar publicamente por suas declarações, mas ao que tudo indica, a arrogância e o sentimento de impunidade o impedem de reconhecer seus erros.


Delegado ou vereador? Ou um autoritário em busca de poder?


A ironia desta situação é que esse parlamentar não é apenas um político, ele é delegado de polícia, uma função que exige responsabilidade, equilíbrio e um compromisso inegociável com a segurança e o bem-estar da população. Um delegado de polícia deve ser um defensor dos direitos do cidadão, um protetor da sociedade contra a violência e a injustiça.


Mas, no caso desse vereador, o que vemos é o contrário: em vez de proteger, ele ataca; em vez de promover o diálogo, ele incita conflitos; em vez de respeitar, ele persegue.

A cada sessão daquela casa ele quer aparecer e apronta uma situação inclusive de surpresa

para chamar a atenção não sabemos de quem.


Seu desprezo pela causa animal é apenas um reflexo de um problema maior. Sua conduta hostil não se restringirá ao plenário da Câmara. Relatos apontam que, nos bastidores, ele adota uma postura de perseguição contra aqueles que ousam desafiá-lo. Ele não aceita ser questionado e usa sua posição de poder para intimidar, acreditando que pode silenciar qualquer um que se oponha às suas ideias.


Há ainda outra questão que precisa ser comprovada com atenção: qual é o verdadeiro interesse desse vereador na criação de uma Guarda Municipal? Há quem diga que seu objetivo não é fortalecer a segurança pública, mas sim criar uma força que possa ser utilizada contra a Polícia Militar de Santa Catarina, corporação pela qual ele demonstra grande antipatia. Se essa suspeita for verdadeira, estamos diante de um caso ainda mais grave, onde interesses pessoais e rivalidades institucionais colocam em risco a segurança da cidade.


Todos falam de ele ser um homem de péssimo humor, autoritário, hostil e odiado por uma ampla parcela da população não deveria estar representando o povo. A Câmara Municipal não pode ser usada como palco para ataques pessoais nem como espaço para alimentar egos inflados. A cidade está perplexa com as atitudes desse vereador e a única resposta aceitável para essa situação é sua cassação imediata. Mas sabemos ser isso impossível porque tem de partir de seus colegas Vereadores e eles com certeza não vão bater de frente com o DELEGADO, não vão proporcionar um clima de guerra e piorar o que já esta ruim dentro daquela casa..


A população precisa se unir, pressionar os demais vereadores e exigir que medidas sejam tomadas. Não se pode aceitar que um representante eleito utilize seu cargo para promover o medo, a perseguição e o autoritarismo. Se ele se sente "cansado" do mandato, que peça para sair. Se não suporta ser confrontado, que abra mão da vida pública. Mas o que não podemos permitir é que ele continue no seu cargo com estas atitudes, manchando a imagem da Câmara Municipal e desrespeitando aqueles que realmente trabalham para fazer a diferença na cidade.


Sugerimos ao povo da cidade que leve esse assunto ao ministério público, formem uma comissão de no máximo dez pessoas, inclusive as que tiveram na sessão daquele dia e levem essa situação a um promotor público, e de promotor ele entende e respeita. Faça essa comissão pois quem poderia pedir sua cassação tem medo dele que são os Vereadores, então que se faça a comissão especialmente formada por protetores, acreditem, por uma causa tão importante, uma causa mundial dessas o MP vai dar ouvidos.


Parabéns as protetoras, mas que elas se unam contra isso e não deixem morrer o caso, pois do contrário irá ficar a mesma coisa ou pior, e não adianta depois virem chorar em redes sociais dizendo que falta apoio e tudo mais, e também ao Vereador Márcio Mano por valorizar a vida dos animais necessitados.


Delegado! Trabalhe para o povo, chega de desrespeito!


FERNANDO ALMEIDA

BLOG DE INFORMAÇÕES POLICIAIS DO BRASIL

 
 
 

1 Comment


Fernando Almeida
Fernando Almeida
Mar 19

Isso infelizmente por conta das próprias protetoras que não são unidas não vai dar em nada. Mas a mancha que já não era boa do individuo vereador como delegado vai ficar pior como legislador.

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